Olá Pais, mães e professores
Tenho observado a imensa quantidade de pais e professores buscando respostas para a tão famosa pergunta: Como lidar com as birras das crianças pequenas?
Pois bem, não só com as birras das pequenas, mas também com os chiliques das maiores podemos resolver com o uso de perguntas poderosas. Estas perguntas são uma ferramenta do coaching muito utilizada nas sessões com pais, crianças e professores, mas que também são super úteis na interação com as crianças.
Dica 1: no caso de uma birra porque a criança queria um sorvete, por exemplo, primeiro ofereça empatia, depois pergunte: Como seria se tivéssemos uma fábrica de sorvetes em casa? Que sabor poderíamos fabricar? Como seria a máquina? Vamos desenhar?
Ou seja, usar perguntas para despertar a imaginação e desfocar do motivo da birra pode ser uma solução.
Dica 2 (esta dá até para usar com adolescentes) :No caso de um chilique porque não conseguiu fazer um desenho, ou porque se frustrou com algo, da mesma maneira, ofereça empatia e, em seguida pergunte: Este é um probleminha, um problema ou um problemão? Explique que o probleminha é fácil de resolver, o problema é um pouco mais difícil e um problemão pode ser que precise de ajuda de alguém e/ou conversar sobre o assunto.
Depois pergunte: Como podemos resolver isso? Que opções temos? Tem algo que eu possa fazer para ajudar?
Desta forma, normalmente o chilique para e começa a reflexão e a solução do "problema".
Lembre-se que, muitas vezes, um problemão pode parecer banal para nós, adultos, mas para as crianças não. Cada situação merece a devida atenção, ok?
Espero ter ajudado!!
Se você gostou das dicas, curta o post na minha página no facebook clicando aqui.
Se você tem algum tema que gostaria de dicas de coaching, pode escrevê-lo nos comentários ou enviar uma mensagem para whats (41) 99581-0002.
Um grande abraço
Rosana Becker
Kid's Coach
Coaching para Crianças, adolescentes, pais e professores
Coaching para crianças, adolescentes, pais e professores Blog com artigos a respeito de educação e comportamento infantil com informações e dicas do uso do coaching como ferramenta para solução de problemas como Birras, Mentira, Falta de interesse nos estudos, dificuldades de relacionamento com pais, irmãos, professores, colegas, buylling, obesidade infantil, saúde, autoestima.
quinta-feira, 25 de maio de 2017
sábado, 6 de maio de 2017
segunda-feira, 10 de abril de 2017
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
Inteligência emocional e desempenho escolar.
Olá pais e professores
Antes de mais nada, gostaria de esclarecer o que é inteligência emocional.
Inteligência emocional é um conceito em Psicologia que descreve a capacidade de reconhecer e avaliar os seus próprios sentimentos e os dos outros, assim como a capacidade de lidar com eles (wikipédia).
Ou seja, é a forma "correta" de expressar as emoções.
Então vamos lá.
As crianças enxergam o mundo de forma diferente dos adultos. Muitas vezes algo que vemos como simples, banal ou "bobeira" é um problemão, um desafio, um obstáculo imenso para uma criança. Por isso, é preciso desenvolver a inteligência emocional nelas com uma abordagem diferente da dos adultos, visando as necessidades das crianças, seja em relação ao seu desenvolvimento, quanto à sua forma de sentir, pensar e agir.
Para que a criança tenha atitudes emocionais "adequadas", ela precisa entender, interpretar e aceitar as emoções como parte integrante de sua vida.
As relações interpessoais são importantes pilares para o bem estar emocional de qualquer pessoa.
Ser feliz está intimamente ligado à capacidade de desenvolver competências para que se consiga agir de maneira emocionalmente inteligente em suas relações.
Para que se tenha um desenvolvimento destas competências, primeiramente a criança deve ser levada à tomar consciência de suas ações e reações através do autoconhecimento. Em seguida, a criança conseguirá identificar fatores que causam ações "inadequadas/incorretas" e se sentirá capaz de conhecê-las, nomeá-las e refletir qual forma irá reagir diante dela, sem impulsividade.
Além do avanço em relação a características pessoais positivas como boas habilidades para o convívio social, melhor comportamento, maior cooperação e disposição para ajudar os colegas, o resultado de uma pesquisa realizada em duas universidades localizadas em Chicago: na Universidade de Loyola e na Universidade de Illinois mostrou que os alunos que tiveram aulas de inteligência emocional tiveram uma melhora de 11% em relação ao resultado obtido nas provas, comparados aos estudantes que não participaram da experiência, ou seja, o desenvolvimento da inteligência emocional contribui para uma melhora no desempenho escolar.
Este trabalho requer uma condução adequada de um profissional ou pais bem orientados que tenham empatia aos sentimentos das crianças, paciência e conexão com ela, sendo capaz de manter um diálogo produtivo e reflexivo.
O uso de ferramentas (jogos, desenhos, produção de texto, etc)também irá ajudar neste processo.
A abordagem coaching trabalha exatamente nestes moldes. No meu trabalho, a criança tem a oportunidade de se conhecer melhor, conhecer suas dificuldades, seus limites e trabalhar com eles. Além da condução direta com as crianças, oriento os pais para que se tornem auto suficientes em desenvolver as competências necessárias para a manutenção da educação emocional em seus filhos.
Curta minha página do facebook e tenha acesso a dicas para desenvolver a inteligência emocional de seus filhos/alunos: coaching para crianças
Antes de mais nada, gostaria de esclarecer o que é inteligência emocional.
Inteligência emocional é um conceito em Psicologia que descreve a capacidade de reconhecer e avaliar os seus próprios sentimentos e os dos outros, assim como a capacidade de lidar com eles (wikipédia).
Ou seja, é a forma "correta" de expressar as emoções.
Então vamos lá.
As crianças enxergam o mundo de forma diferente dos adultos. Muitas vezes algo que vemos como simples, banal ou "bobeira" é um problemão, um desafio, um obstáculo imenso para uma criança. Por isso, é preciso desenvolver a inteligência emocional nelas com uma abordagem diferente da dos adultos, visando as necessidades das crianças, seja em relação ao seu desenvolvimento, quanto à sua forma de sentir, pensar e agir.
Para que a criança tenha atitudes emocionais "adequadas", ela precisa entender, interpretar e aceitar as emoções como parte integrante de sua vida.
As relações interpessoais são importantes pilares para o bem estar emocional de qualquer pessoa.
Ser feliz está intimamente ligado à capacidade de desenvolver competências para que se consiga agir de maneira emocionalmente inteligente em suas relações.
Para que se tenha um desenvolvimento destas competências, primeiramente a criança deve ser levada à tomar consciência de suas ações e reações através do autoconhecimento. Em seguida, a criança conseguirá identificar fatores que causam ações "inadequadas/incorretas" e se sentirá capaz de conhecê-las, nomeá-las e refletir qual forma irá reagir diante dela, sem impulsividade.
Além do avanço em relação a características pessoais positivas como boas habilidades para o convívio social, melhor comportamento, maior cooperação e disposição para ajudar os colegas, o resultado de uma pesquisa realizada em duas universidades localizadas em Chicago: na Universidade de Loyola e na Universidade de Illinois mostrou que os alunos que tiveram aulas de inteligência emocional tiveram uma melhora de 11% em relação ao resultado obtido nas provas, comparados aos estudantes que não participaram da experiência, ou seja, o desenvolvimento da inteligência emocional contribui para uma melhora no desempenho escolar.
Este trabalho requer uma condução adequada de um profissional ou pais bem orientados que tenham empatia aos sentimentos das crianças, paciência e conexão com ela, sendo capaz de manter um diálogo produtivo e reflexivo.
O uso de ferramentas (jogos, desenhos, produção de texto, etc)também irá ajudar neste processo.
A abordagem coaching trabalha exatamente nestes moldes. No meu trabalho, a criança tem a oportunidade de se conhecer melhor, conhecer suas dificuldades, seus limites e trabalhar com eles. Além da condução direta com as crianças, oriento os pais para que se tornem auto suficientes em desenvolver as competências necessárias para a manutenção da educação emocional em seus filhos.
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quinta-feira, 6 de outubro de 2016
Falta de interesse e desmotivação pelos estudos
Olá educadores, pais, mães
Um dos maiores desafios hoje em sala de aula é falta de interesse e desmotivação de alunos e professores. Esta situação vem se agravando dia após dia. O acesso às diversas mídias e o despreparo e cansaço dos professores são algumas das causas.
Outros fatores são a dificuldade do aluno se relacionar, o ambiente da sala de aula e da escola como um todo, condições sociais da criança e ambiente familiar.
Professores que não conseguem lidar com situações difíceis em sala de aula acabam desmotivados, pois sua autoconfiança como educador fica abalada...
E as consequências? Notas baixas, evasão escolar e um troca troca de escola e de professores que não tem fim.
É uma total perda de tempo ficarmos nos perguntando "onde foi que eu errei" ou ficar buscando culpados nisto tudo! O que é relevante é definir o que se quer e o que fazer para chegar numa situação ideal.
A falta de motivação não é uma questão fácil de se resolver. Focar no futuro é canalizar as energias para uma transformação efetiva da realidade em que se está vivendo.
Portanto as escolas e professores devem rever suas concepções e suas metodologias, principalmente no que se diz respeito ao desenvolvimento de habilidades sociais, autoestima, autoconfiança e autorresponsabilidade, pois segundo Gomes(2011)deve-se buscar a "desmistificação da culpa pela não aprendizagem somente na criança". Existe hoje uma total desconexão neste processo, pois pais estão cada vez mais afastados da escola, a escola cada vez mais preocupada com notas, deixando de lado as relações sociais e os professores que estão se perdendo em sua real missão e acabam até questionando a própria vocação.
Rosana Becker
KidCoach
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
Ser super herói ou um super ajudante?
Olá pais, professores, amigos...
Quem de nós já "meteu os pés pelas mãos" e tomou uma decisão equivocada a respeito dos problemas de nossos filhos? Isso mesmo, problemas dos nossos filhos!!!
Principalmente quando são pequenos, até a adolescência, os pais tendem a ser o super herói que salva o pequeno das maldades do universo: a babá tirana, a professora malvada, a escola ruim, os colegas de escola cruéis...
Aí demitem a babá, reclamam e trocam de escola, arranjam confusão com outros pais!!
Mas será que estas são as soluções que devem ser tomadas naquele momento? Será que poderiam ser levadas em consideração outras opções, como empoderar seu filho para que enfrente seus problemas?
Afinal, a probabilidade dele ter que lidar com pessoas com este perfil é grane, seja no trabalho ou em qualquer outra relação social.
Bom, então eu pergunto, quando seu filho crescer...
O que aconteceria se ele começasse a trocar de emprego cada vez que fosse contrariado, desafiado?
Como você se sentiria ao saber que sua filha sofre algum tipo de violência doméstica?
Qual sentimento vem à sua cabeça se imaginasse que seu filho está trocando, pela segunda ou terceira vez de curso na faculdade?
...
Nem sempre a saída mais fácil é a melhor saída, não é?
OK, mas como fazer com que as crianças enfrentem melhor seus problemas?
Desenvolver a autoconfiança. a autoestima e a autorresponsabilidade é a saída!
Autoconfiança para se sentir capaz de resolver o problema, autoestima para se sentir poderoso diante dele e autorresponsabilidade para que tenha consciência de sua contribuição para o problema estar acontecendo e para resolvê-lo.
O método KidCoaching tem no desenvolvimento destas habilidades como foco principal. É claro que ninguém precisa ser um kidcoach para ajudar os filhos nestas questões, mas pais bem orientados e preparados para ter uma abordagem coaching em suas ações e conversas com seus filhos são capazes de dar conta disso.
O primeiro passo é realmente definir qual é a real situação através de boas perguntas. Os pais levam a criança a refletir a respeito de suas dificuldades, decidirem juntos como podem resolvê-la e definir as ações.
Muitas vezes é algo simples, outras vezes, é necessário envolver outras pessoas, como professora, pais...
Uma orientação feita por um(a) kidcoach possibilita aos pais o conhecimento necessário pra elaborar boas perguntas e aplicar diversas ferramentas de coaching que os levarão a ter sucesso, não só nesta questão, mas em muitas outras.
Em breve os pais terão acesso a um site onde poderão localizar num mapa do Brasil um(a) kidcoach mais próximo(a) ou até mesmo contratar este(a) profissional para um atendimento online.
Por hora, curtam minha página no facebook clicando aqui e obtenha mais dicas e informações sobre este método.
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
"Quando casar sara"
Olá pais, mães, professores...
O que leva pais a "tamparem o sol com a peneira" quando percebem que algo não está bem com seus filhos e não fazem nada para mudar este panorama? Será mesmo que, "quando casar sara"?
Hoje gostaria de falar sobre algo que está me incomodando muito.
Durante minha capacitação de coach infantil ouvi muito minha mentora Marcia Belmiro dizer "a demanda é grande por kidcoaches!" Sim, concordo. Mas eu estou me deparando com uma realidade que é triste!
Vejo pais "se batendo" na formação de seus filhos, crianças SOFRENDO por não conseguir lidar com certas situações e GRITANDO POR SOCORRO!!
O que acontece que bloqueia estes pais a buscarem ajuda?
Tenho algumas teorias:
1. Vergonha: pais sentem vergonha em assumir que não estão dando conta da educação dos filhos
Aí eu me pergunto: Como você se sente em saber que seu filho é assunto nas rodinhas de conversa dos pais dos amigos do seu filho?
Que sentimentos tem quando é chamado mais uma vez pela coordenadora da escola?
Qual sua reação quando seu filho é o único que não foi convidado para uma festa de aniversário?
Você consegue imaginar agora fazendo estas mesmas perguntas para seu filho?
O que sente imaginando as respostas que ele daria?
2. A crença de que a vida ensina
Pois é, nós crescemos, somos adultos e nossos pais cometeram erros e estamos aqui! Tá. O caminho foi fácil, né? Ou será que poderia ter sido muito mais tranquilo lidar com aquela promoção que não veio, ou com aquele divórcio, ou com aquela demissão, ou com a procrastinação...
Como já postei aqui: é melhor conduzir as nossas crianças para uma vida feliz do que consertar adultos "quebrados".
Me permito fazer mais algumas perguntas:
Quais as dificuldades que você teve na adolescência, na faculdade, no início de carreira, nos relacionamentos, no cuidado consigo mesmo... Você acredita que poderia ter lidado melhor com as frustrações?
Como hoje seu filho reage diante das frustrações?
O que você faz quando seu filho se frustra?
O que você pensa a respeito de se cuidar? Você ensina isto a seu filho?
3. Os pais não querem enxergar
Queridos pais! Ser mãe e ser pai não é profissão e nem algo que já se nasce sabendo. A criança não vem com manual e todos nós erramos (uns mais, outros menos).
Observe mais seu filho... Como ele se relaciona, como anda os estudos, como é sua alimentação...?
4. Os pais acham normal
Estes dias escutei uma mãe falar: ele é tímido, mesmo. Não iria questionar o professor! Tá. E isto é bom? Ele é tímido e pronto? O que isto pode prejudicar na vida pessoal e profissional desta criança?
Então me diga: Como você se sente em ver que seu filho não consegue se posicionar e ter respostas assertivas em sala?
Outro pensamento tradicional: Criança é assim mesmo, só come porcaria... quando crescer aprende!
O que você sente quando pensa na possibilidade dele não aprender?
Qual o seu grau de satisfação em ver seu filho se alimentar inadequadamente?
O quanto você está comprometido com saúde se seu filho?
5.Custo do profissional
Bom, existem vários profissionais, inclusive em instituições de ensino superior que podem auxiliar até de graça! A profissão de KidCoach ainda é muito nova, mas acredito que em breve os pais terão mais acesso a este profissional.
Mas agora eu pergunto: Quanto vale ver seu filho se posicionar diante de um conflito?
Quanto vale ver seu filho sair da timidez e participar mais em sala de aula?
Quanto vale seu filho aprender a gostar de matemática?
Quanto vale ver as notas de se filho melhorarem significativamente?
Quanto vale ver seu filho aprendendo a se cuidar, a se alimentar melhor?
Quanto vale ver seu filho mais feliz?
Bom, desculpem o tom de desabafo desta postagem, mas me aflige muito ser testemunha de casos como citei acima e não poder fazer nada, ou quase nada, se os pais não tomam atitude!
Espero que este post faça muitas pessoas refletirem, decidirem e agirem enquanto ainda há tempo de transformar situações de sofrimento e tristeza em satisfação e alegria!
Se gostou, curta minha página no facebook clicando aqui e saiba de mais dicas e informações sobre KidsCoaching!
O que leva pais a "tamparem o sol com a peneira" quando percebem que algo não está bem com seus filhos e não fazem nada para mudar este panorama? Será mesmo que, "quando casar sara"?
Hoje gostaria de falar sobre algo que está me incomodando muito.
Durante minha capacitação de coach infantil ouvi muito minha mentora Marcia Belmiro dizer "a demanda é grande por kidcoaches!" Sim, concordo. Mas eu estou me deparando com uma realidade que é triste!
Vejo pais "se batendo" na formação de seus filhos, crianças SOFRENDO por não conseguir lidar com certas situações e GRITANDO POR SOCORRO!!
O que acontece que bloqueia estes pais a buscarem ajuda?
Tenho algumas teorias:
1. Vergonha: pais sentem vergonha em assumir que não estão dando conta da educação dos filhos
Aí eu me pergunto: Como você se sente em saber que seu filho é assunto nas rodinhas de conversa dos pais dos amigos do seu filho?
Que sentimentos tem quando é chamado mais uma vez pela coordenadora da escola?
Qual sua reação quando seu filho é o único que não foi convidado para uma festa de aniversário?
Você consegue imaginar agora fazendo estas mesmas perguntas para seu filho?
O que sente imaginando as respostas que ele daria?
2. A crença de que a vida ensina
Pois é, nós crescemos, somos adultos e nossos pais cometeram erros e estamos aqui! Tá. O caminho foi fácil, né? Ou será que poderia ter sido muito mais tranquilo lidar com aquela promoção que não veio, ou com aquele divórcio, ou com aquela demissão, ou com a procrastinação...
Como já postei aqui: é melhor conduzir as nossas crianças para uma vida feliz do que consertar adultos "quebrados".
Me permito fazer mais algumas perguntas:
Quais as dificuldades que você teve na adolescência, na faculdade, no início de carreira, nos relacionamentos, no cuidado consigo mesmo... Você acredita que poderia ter lidado melhor com as frustrações?
Como hoje seu filho reage diante das frustrações?
O que você faz quando seu filho se frustra?
O que você pensa a respeito de se cuidar? Você ensina isto a seu filho?
3. Os pais não querem enxergar
Queridos pais! Ser mãe e ser pai não é profissão e nem algo que já se nasce sabendo. A criança não vem com manual e todos nós erramos (uns mais, outros menos).
Observe mais seu filho... Como ele se relaciona, como anda os estudos, como é sua alimentação...?
4. Os pais acham normal
Estes dias escutei uma mãe falar: ele é tímido, mesmo. Não iria questionar o professor! Tá. E isto é bom? Ele é tímido e pronto? O que isto pode prejudicar na vida pessoal e profissional desta criança?
Então me diga: Como você se sente em ver que seu filho não consegue se posicionar e ter respostas assertivas em sala?
Outro pensamento tradicional: Criança é assim mesmo, só come porcaria... quando crescer aprende!
O que você sente quando pensa na possibilidade dele não aprender?
Qual o seu grau de satisfação em ver seu filho se alimentar inadequadamente?
O quanto você está comprometido com saúde se seu filho?
5.Custo do profissional
Bom, existem vários profissionais, inclusive em instituições de ensino superior que podem auxiliar até de graça! A profissão de KidCoach ainda é muito nova, mas acredito que em breve os pais terão mais acesso a este profissional.
Mas agora eu pergunto: Quanto vale ver seu filho se posicionar diante de um conflito?
Quanto vale ver seu filho sair da timidez e participar mais em sala de aula?
Quanto vale seu filho aprender a gostar de matemática?
Quanto vale ver as notas de se filho melhorarem significativamente?
Quanto vale ver seu filho aprendendo a se cuidar, a se alimentar melhor?
Quanto vale ver seu filho mais feliz?
Bom, desculpem o tom de desabafo desta postagem, mas me aflige muito ser testemunha de casos como citei acima e não poder fazer nada, ou quase nada, se os pais não tomam atitude!
Espero que este post faça muitas pessoas refletirem, decidirem e agirem enquanto ainda há tempo de transformar situações de sofrimento e tristeza em satisfação e alegria!
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