Desde que eu tinha 7-8 anos tinha certeza que seria professora. Mais tarde, com 14 ou 15, a ideia de abrir uma Escola de Educação Infantil era algo sólido na minha mente. Eu queria mudar o mundo através da educação...
Como nada cai do céu (ou quase), depois que cursei o magistério me desviei para o curso de Administração de Empresas, uma vez que meu pai era comerciante e este futuro me parecia mais palpável.
Mesmo assim, paralelamente fiz m curso pós médio de especialização em Educação Infantil e comecei a trabalhar com uma turma de alfabetização.
Entretanto a pressão para trabalhar com meu pai foi grande e lá fui eu...
Me casei assim que concluí a faculdade e, depois de um ano, optamos em seguir nossos sonhos. Eu consegui uma colocação na escola de uma amiga e comecei a estudar Pedagogia.
Minha mãe (como quase todas) teve papel fundamental na minha vida profissional. Depois de muita insistência, ela fez com que meu pai me ajudasse a realizar o sonho da Escola Infantil.
Jamais pensei em ficar rica com esta atividade.Minha realização estava em ver as crianças se desenvolvendo, ver pais sendo orientados. Mas eu não queria só isso. Eu queria fazer a diferença na vida de cada criança. Me preocupava muito com questões como alimentação, formação religiosa (não uma religião específica), enfim, não me focava apenas em cuidados básicos e nem em pedagogia da alfabetização. Eu acreditava (e ainda acredito) QUE POSSO MUDAR O MUNDO...
14 anos depois, uma filha e um divórcio, acabei vendendo meu sonho por desventuras do destino. Passei quase 4 anos perdida, procurando estabelecer outros objetivos... até que encontrei a coach Marcia Belmiro que me abriu as portas do coaching infantil. Percebi que meu objetivo inicial, lá da adolescência ainda não tinha sido atingido. Eu não precisava de outro objetivo, mas sim de retomar aquele antigo: Mudar o mundo, com uma criança de cada vez!
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