segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Ser super herói ou um super ajudante?


Olá pais, professores, amigos...



Quem de nós já "meteu os pés pelas mãos" e tomou uma decisão equivocada a respeito dos problemas de nossos filhos? Isso mesmo, problemas dos nossos filhos!!!

Principalmente quando são pequenos, até a adolescência, os pais tendem a ser o super herói que salva o pequeno das maldades do universo: a babá tirana, a professora malvada, a escola ruim, os colegas de escola cruéis...

Aí demitem a babá, reclamam e trocam de escola, arranjam confusão com outros pais!!

Mas será que estas são as soluções que devem ser tomadas naquele momento? Será que poderiam ser levadas em consideração outras opções, como empoderar seu filho para que enfrente seus problemas? 
Afinal, a probabilidade dele ter que lidar com pessoas com este perfil é grane, seja no trabalho ou em qualquer outra relação social.

Bom, então eu pergunto, quando seu filho crescer...
O que aconteceria se ele começasse a trocar de emprego cada vez que fosse contrariado, desafiado?

Como você se sentiria ao saber que sua filha sofre algum tipo de violência doméstica?
Qual sentimento vem à sua cabeça se imaginasse que seu filho está trocando, pela segunda ou terceira vez de curso na faculdade?
...
Nem sempre a saída mais fácil é a melhor saída, não é?

OK, mas como fazer com que as crianças enfrentem melhor seus problemas?

Desenvolver a autoconfiança. a autoestima e a autorresponsabilidade é a saída!

Autoconfiança para se sentir capaz de resolver o problema, autoestima para se sentir poderoso diante dele e autorresponsabilidade para que tenha consciência de sua contribuição para o problema estar acontecendo e para resolvê-lo.

O método KidCoaching tem no desenvolvimento destas habilidades como foco principal. É claro que ninguém precisa ser um kidcoach para ajudar os filhos nestas questões, mas pais bem orientados e preparados para  ter uma abordagem coaching em suas ações e conversas com seus filhos são capazes de dar conta disso.

O primeiro passo é realmente definir qual é a real situação através de boas perguntas. Os pais levam a criança a refletir a respeito de suas dificuldades, decidirem juntos como podem resolvê-la e definir as ações.

Muitas vezes é algo simples, outras vezes, é necessário envolver outras pessoas, como professora, pais...

Uma orientação feita por um(a) kidcoach possibilita aos pais o conhecimento necessário pra elaborar boas perguntas e aplicar diversas ferramentas de coaching que os levarão a ter sucesso, não só nesta questão, mas em muitas outras.

Em breve os pais terão acesso a um site onde poderão localizar num mapa do Brasil um(a) kidcoach mais próximo(a) ou até mesmo contratar este(a) profissional para um atendimento online.

Por hora, curtam minha página no facebook clicando aqui e obtenha mais dicas e informações sobre este método. 
 

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

"Quando casar sara"

Olá pais, mães, professores...

O que leva pais a "tamparem o sol com a peneira" quando percebem que algo não está bem com seus filhos e não fazem nada para mudar este panorama? Será mesmo que, "quando casar sara"?

Hoje gostaria de falar sobre algo que está me incomodando muito.
Durante minha capacitação de coach infantil ouvi muito minha mentora Marcia Belmiro dizer "a demanda é grande por kidcoaches!" Sim, concordo. Mas eu estou me deparando com uma realidade que é triste!
Vejo pais "se batendo" na formação de seus filhos, crianças SOFRENDO por não conseguir lidar com certas situações e GRITANDO POR SOCORRO!!
O que acontece que bloqueia estes pais a buscarem ajuda?
Tenho algumas teorias:

1. Vergonha: pais sentem vergonha em assumir que não estão dando conta da educação dos filhos
Aí eu me pergunto: Como você se sente em saber que seu filho é assunto nas rodinhas de conversa dos pais dos amigos do seu filho? 
Que sentimentos tem quando é chamado mais uma vez pela coordenadora da escola?
Qual sua reação quando seu filho é o único que não foi convidado para uma festa de aniversário?
Você consegue imaginar agora fazendo estas mesmas perguntas para seu filho? 
O que sente imaginando as respostas que ele daria?

2. A crença de que a vida ensina
Pois é, nós crescemos, somos adultos e nossos pais cometeram erros e estamos aqui! Tá. O caminho foi fácil, né? Ou será que poderia ter sido muito mais tranquilo lidar com aquela promoção que não veio, ou com aquele divórcio, ou com aquela demissão, ou com a procrastinação...
Como já postei aqui: é melhor conduzir as nossas crianças para uma vida feliz do que consertar adultos "quebrados".
Me permito fazer mais algumas perguntas:
Quais as dificuldades que você teve na adolescência, na faculdade, no início de carreira, nos relacionamentos, no cuidado consigo mesmo... Você acredita que poderia ter lidado melhor com as frustrações?
Como hoje seu filho reage diante das frustrações?
O que você faz quando seu filho se frustra?
O que você pensa a respeito de se cuidar? Você ensina isto a seu filho?

3. Os pais não querem enxergar
Queridos pais! Ser mãe e ser pai não é profissão e nem algo que já se nasce sabendo. A criança não vem com manual e todos nós erramos (uns mais, outros menos).
Observe mais seu filho... Como ele se relaciona, como anda os estudos, como é sua alimentação...?

4. Os pais acham normal
Estes dias escutei uma mãe falar: ele é tímido, mesmo. Não iria questionar o professor! Tá. E isto é bom? Ele é tímido e pronto? O que isto pode prejudicar na vida pessoal e profissional desta criança?
Então me diga: Como você se sente em ver que seu filho não consegue se posicionar e ter respostas assertivas em sala?
Outro pensamento tradicional: Criança é assim mesmo, só come porcaria... quando crescer aprende!
O que você sente quando pensa na possibilidade dele não aprender?
Qual o seu grau de satisfação em ver seu filho se alimentar inadequadamente?
O quanto você está comprometido com saúde se seu filho?


5.Custo do profissional
Bom, existem vários profissionais, inclusive em instituições de ensino superior que podem auxiliar até de graça! A profissão de KidCoach ainda é muito nova, mas acredito que em breve os pais terão mais acesso a este profissional.
Mas agora eu pergunto: Quanto vale ver seu filho se posicionar diante de um conflito?
Quanto vale ver seu filho sair da timidez e participar mais em sala de aula?
Quanto vale seu filho aprender a gostar de matemática?
Quanto vale ver as notas de se filho melhorarem significativamente?
Quanto vale ver seu filho aprendendo a se cuidar, a se alimentar melhor?
Quanto vale ver seu filho mais feliz?

Bom, desculpem o tom de desabafo desta postagem, mas me aflige muito ser testemunha de casos como citei acima e não poder fazer nada, ou quase nada, se os pais não tomam atitude!
Espero que este post faça muitas pessoas refletirem, decidirem e agirem enquanto ainda há tempo de transformar situações de sofrimento e tristeza em satisfação e alegria!

Se gostou, curta minha página no facebook clicando aqui e saiba de mais dicas e informações sobre KidsCoaching!

domingo, 4 de setembro de 2016

Não podemos protejer nossos filhos de tudo


Olá pais, mães, professores...
Nós pais temos a mania de querer poupar nossos filhos de todo e qualquer sofrimento, não é mesmo?
Pois é. Mas não tem como! Mais cedo ou mais tarde eles terão que passar por situações inevitáveis e sim, irão sofrer!
O que nos resta é prepará-los para tal sentimento. E como fazer isto? Com atitude coach!
Hoje gostaria de compartilhar algo que aconteceu comigo ontem.
Minha filha de 8 anos combinou de assistir ao filme PETS com uma amiga. Como ela, em seu entendimento, havia se comprometido com a coleguinha, recusou convite do pai para ir assistir o referido filme. Em outra oportunidade, a coleguinha se encontrava doente. Então decidimos esperar que ela melhorasse, até que ontem, entrei em contato com a mãe da amiguinha para combinarmos o cinema, mas ela já havia combinado com outra mãe e outra amiguinha de irem assistir ao filme.
Infelizmente minha filha leu a mensagem no whatts!!
Não há, no mundo todo, sensação pior que uma mãe ver a expressão de tristeza de um filho.
O que ela sentiu? Provavelmente tristeza, abandono, traição, frustração...
Ok. Então vamos lá.
Em primeiro lugar, falar sobre os sentimentos é fundamental.
Naquele momento estávamos em uma loja. Logo ela se distraiu e seguimos com nossa manhã...
No momento oportuno, fui conversar com ela sobre o ocorrido e fiz as seguintes perguntas poderosas:

 - Filha, como você se sentiu com aquilo aconteceu ontem?
 - Que coisas podem ter acontecido que fizeram nossos planos darem errado?
 - O que eu e você poderíamos fazer para que esta situação não aconteça novamente? 
 - Que coisas podemos aprender com isto que aconteceu?
 - Me diga duas coisas boas que aconteceram ontem com você? Como você se sentiu?

Com estas perguntas, pude levar a minha filha a refletir sobre o ocorrido, decidir o que quer que aconteça daqui prá frente nesta situação e quais atitudes deve ter (agir).

Em seguida fiz a seguinte dinâmica:

Agora feche os olhos e lembre do momento em que você soube que a amiga iria no cinema com outra coleguinha. Como você se sente?
Agora pense em uma coisa que te deixa com muito medo. Imagine que isto está acontecendo... Como você se sente?
Agora pense numa situação que e dá conforto, segurança... Imagine que está acontecendo agora. Como você se sente?
Agora pense em uma outra coisa que você fez com esta amiguinha que te deixou muito feliz. Imagine que você está com ela agora. Como você se sente?

Depois eu expliquei que nós podemos mandar no nosso cérebro! Que é ruim sentir tristeza, mas podemos mandar nosso cérebro ter pensamentos felizes, lembrando de todas as coisas boas que nos aconteceram e todas que podem vir a acontecer. Que, apesar de não ter ido ao cinema com a amiga, tivemos a oportunidade de conhecer a Casa Ludica, ouvir histórias na hora do conto, brincar nas atividades dos escoteiros... Enfim, nosso dia foi ótimo, mesmo sendo diferente do planejado.

Para encerrar, um abraço bem gostoso e disse: Pode contar comigo pra tudo, filha! Estarei sempre te apoiando e te dando colinho quando precisar.
E tudo vai acontecer como planejamos para hoje?
E se acontecer tudo diferente? E se der algo errado?
Nosso dia hoje será ótimo, mesmo não acontecendo como planejamos.

Espero que esta história tenha ajudado vocês a entenderem que a tristeza de nossos filhos é inevitável, mas eles podem lidar melhor com ela com sua ajuda! Existem várias conversas e atitudes coaches que podem ajudar os pais no dia a dia com seus filhos. 
Mais dicas vocês encontram na minha página do face: coachingpaisefilhos

Se tiverem alguma pergunta ou comentário, fiquem à vontade!