Coaching para crianças, adolescentes, pais e professores Blog com artigos a respeito de educação e comportamento infantil com informações e dicas do uso do coaching como ferramenta para solução de problemas como Birras, Mentira, Falta de interesse nos estudos, dificuldades de relacionamento com pais, irmãos, professores, colegas, buylling, obesidade infantil, saúde, autoestima.
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
Falta de interesse e desmotivação pelos estudos
Olá educadores, pais, mães
Um dos maiores desafios hoje em sala de aula é falta de interesse e desmotivação de alunos e professores. Esta situação vem se agravando dia após dia. O acesso às diversas mídias e o despreparo e cansaço dos professores são algumas das causas.
Outros fatores são a dificuldade do aluno se relacionar, o ambiente da sala de aula e da escola como um todo, condições sociais da criança e ambiente familiar.
Professores que não conseguem lidar com situações difíceis em sala de aula acabam desmotivados, pois sua autoconfiança como educador fica abalada...
E as consequências? Notas baixas, evasão escolar e um troca troca de escola e de professores que não tem fim.
É uma total perda de tempo ficarmos nos perguntando "onde foi que eu errei" ou ficar buscando culpados nisto tudo! O que é relevante é definir o que se quer e o que fazer para chegar numa situação ideal.
A falta de motivação não é uma questão fácil de se resolver. Focar no futuro é canalizar as energias para uma transformação efetiva da realidade em que se está vivendo.
Portanto as escolas e professores devem rever suas concepções e suas metodologias, principalmente no que se diz respeito ao desenvolvimento de habilidades sociais, autoestima, autoconfiança e autorresponsabilidade, pois segundo Gomes(2011)deve-se buscar a "desmistificação da culpa pela não aprendizagem somente na criança". Existe hoje uma total desconexão neste processo, pois pais estão cada vez mais afastados da escola, a escola cada vez mais preocupada com notas, deixando de lado as relações sociais e os professores que estão se perdendo em sua real missão e acabam até questionando a própria vocação.
Rosana Becker
KidCoach
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
Ser super herói ou um super ajudante?
Olá pais, professores, amigos...
Quem de nós já "meteu os pés pelas mãos" e tomou uma decisão equivocada a respeito dos problemas de nossos filhos? Isso mesmo, problemas dos nossos filhos!!!
Principalmente quando são pequenos, até a adolescência, os pais tendem a ser o super herói que salva o pequeno das maldades do universo: a babá tirana, a professora malvada, a escola ruim, os colegas de escola cruéis...
Aí demitem a babá, reclamam e trocam de escola, arranjam confusão com outros pais!!
Mas será que estas são as soluções que devem ser tomadas naquele momento? Será que poderiam ser levadas em consideração outras opções, como empoderar seu filho para que enfrente seus problemas?
Afinal, a probabilidade dele ter que lidar com pessoas com este perfil é grane, seja no trabalho ou em qualquer outra relação social.
Bom, então eu pergunto, quando seu filho crescer...
O que aconteceria se ele começasse a trocar de emprego cada vez que fosse contrariado, desafiado?
Como você se sentiria ao saber que sua filha sofre algum tipo de violência doméstica?
Qual sentimento vem à sua cabeça se imaginasse que seu filho está trocando, pela segunda ou terceira vez de curso na faculdade?
...
Nem sempre a saída mais fácil é a melhor saída, não é?
OK, mas como fazer com que as crianças enfrentem melhor seus problemas?
Desenvolver a autoconfiança. a autoestima e a autorresponsabilidade é a saída!
Autoconfiança para se sentir capaz de resolver o problema, autoestima para se sentir poderoso diante dele e autorresponsabilidade para que tenha consciência de sua contribuição para o problema estar acontecendo e para resolvê-lo.
O método KidCoaching tem no desenvolvimento destas habilidades como foco principal. É claro que ninguém precisa ser um kidcoach para ajudar os filhos nestas questões, mas pais bem orientados e preparados para ter uma abordagem coaching em suas ações e conversas com seus filhos são capazes de dar conta disso.
O primeiro passo é realmente definir qual é a real situação através de boas perguntas. Os pais levam a criança a refletir a respeito de suas dificuldades, decidirem juntos como podem resolvê-la e definir as ações.
Muitas vezes é algo simples, outras vezes, é necessário envolver outras pessoas, como professora, pais...
Uma orientação feita por um(a) kidcoach possibilita aos pais o conhecimento necessário pra elaborar boas perguntas e aplicar diversas ferramentas de coaching que os levarão a ter sucesso, não só nesta questão, mas em muitas outras.
Em breve os pais terão acesso a um site onde poderão localizar num mapa do Brasil um(a) kidcoach mais próximo(a) ou até mesmo contratar este(a) profissional para um atendimento online.
Por hora, curtam minha página no facebook clicando aqui e obtenha mais dicas e informações sobre este método.
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
"Quando casar sara"
Olá pais, mães, professores...
O que leva pais a "tamparem o sol com a peneira" quando percebem que algo não está bem com seus filhos e não fazem nada para mudar este panorama? Será mesmo que, "quando casar sara"?
Hoje gostaria de falar sobre algo que está me incomodando muito.
Durante minha capacitação de coach infantil ouvi muito minha mentora Marcia Belmiro dizer "a demanda é grande por kidcoaches!" Sim, concordo. Mas eu estou me deparando com uma realidade que é triste!
Vejo pais "se batendo" na formação de seus filhos, crianças SOFRENDO por não conseguir lidar com certas situações e GRITANDO POR SOCORRO!!
O que acontece que bloqueia estes pais a buscarem ajuda?
Tenho algumas teorias:
1. Vergonha: pais sentem vergonha em assumir que não estão dando conta da educação dos filhos
Aí eu me pergunto: Como você se sente em saber que seu filho é assunto nas rodinhas de conversa dos pais dos amigos do seu filho?
Que sentimentos tem quando é chamado mais uma vez pela coordenadora da escola?
Qual sua reação quando seu filho é o único que não foi convidado para uma festa de aniversário?
Você consegue imaginar agora fazendo estas mesmas perguntas para seu filho?
O que sente imaginando as respostas que ele daria?
2. A crença de que a vida ensina
Pois é, nós crescemos, somos adultos e nossos pais cometeram erros e estamos aqui! Tá. O caminho foi fácil, né? Ou será que poderia ter sido muito mais tranquilo lidar com aquela promoção que não veio, ou com aquele divórcio, ou com aquela demissão, ou com a procrastinação...
Como já postei aqui: é melhor conduzir as nossas crianças para uma vida feliz do que consertar adultos "quebrados".
Me permito fazer mais algumas perguntas:
Quais as dificuldades que você teve na adolescência, na faculdade, no início de carreira, nos relacionamentos, no cuidado consigo mesmo... Você acredita que poderia ter lidado melhor com as frustrações?
Como hoje seu filho reage diante das frustrações?
O que você faz quando seu filho se frustra?
O que você pensa a respeito de se cuidar? Você ensina isto a seu filho?
3. Os pais não querem enxergar
Queridos pais! Ser mãe e ser pai não é profissão e nem algo que já se nasce sabendo. A criança não vem com manual e todos nós erramos (uns mais, outros menos).
Observe mais seu filho... Como ele se relaciona, como anda os estudos, como é sua alimentação...?
4. Os pais acham normal
Estes dias escutei uma mãe falar: ele é tímido, mesmo. Não iria questionar o professor! Tá. E isto é bom? Ele é tímido e pronto? O que isto pode prejudicar na vida pessoal e profissional desta criança?
Então me diga: Como você se sente em ver que seu filho não consegue se posicionar e ter respostas assertivas em sala?
Outro pensamento tradicional: Criança é assim mesmo, só come porcaria... quando crescer aprende!
O que você sente quando pensa na possibilidade dele não aprender?
Qual o seu grau de satisfação em ver seu filho se alimentar inadequadamente?
O quanto você está comprometido com saúde se seu filho?
5.Custo do profissional
Bom, existem vários profissionais, inclusive em instituições de ensino superior que podem auxiliar até de graça! A profissão de KidCoach ainda é muito nova, mas acredito que em breve os pais terão mais acesso a este profissional.
Mas agora eu pergunto: Quanto vale ver seu filho se posicionar diante de um conflito?
Quanto vale ver seu filho sair da timidez e participar mais em sala de aula?
Quanto vale seu filho aprender a gostar de matemática?
Quanto vale ver as notas de se filho melhorarem significativamente?
Quanto vale ver seu filho aprendendo a se cuidar, a se alimentar melhor?
Quanto vale ver seu filho mais feliz?
Bom, desculpem o tom de desabafo desta postagem, mas me aflige muito ser testemunha de casos como citei acima e não poder fazer nada, ou quase nada, se os pais não tomam atitude!
Espero que este post faça muitas pessoas refletirem, decidirem e agirem enquanto ainda há tempo de transformar situações de sofrimento e tristeza em satisfação e alegria!
Se gostou, curta minha página no facebook clicando aqui e saiba de mais dicas e informações sobre KidsCoaching!
O que leva pais a "tamparem o sol com a peneira" quando percebem que algo não está bem com seus filhos e não fazem nada para mudar este panorama? Será mesmo que, "quando casar sara"?
Hoje gostaria de falar sobre algo que está me incomodando muito.
Durante minha capacitação de coach infantil ouvi muito minha mentora Marcia Belmiro dizer "a demanda é grande por kidcoaches!" Sim, concordo. Mas eu estou me deparando com uma realidade que é triste!
Vejo pais "se batendo" na formação de seus filhos, crianças SOFRENDO por não conseguir lidar com certas situações e GRITANDO POR SOCORRO!!
O que acontece que bloqueia estes pais a buscarem ajuda?
Tenho algumas teorias:
1. Vergonha: pais sentem vergonha em assumir que não estão dando conta da educação dos filhos
Aí eu me pergunto: Como você se sente em saber que seu filho é assunto nas rodinhas de conversa dos pais dos amigos do seu filho?
Que sentimentos tem quando é chamado mais uma vez pela coordenadora da escola?
Qual sua reação quando seu filho é o único que não foi convidado para uma festa de aniversário?
Você consegue imaginar agora fazendo estas mesmas perguntas para seu filho?
O que sente imaginando as respostas que ele daria?
2. A crença de que a vida ensina
Pois é, nós crescemos, somos adultos e nossos pais cometeram erros e estamos aqui! Tá. O caminho foi fácil, né? Ou será que poderia ter sido muito mais tranquilo lidar com aquela promoção que não veio, ou com aquele divórcio, ou com aquela demissão, ou com a procrastinação...
Como já postei aqui: é melhor conduzir as nossas crianças para uma vida feliz do que consertar adultos "quebrados".
Me permito fazer mais algumas perguntas:
Quais as dificuldades que você teve na adolescência, na faculdade, no início de carreira, nos relacionamentos, no cuidado consigo mesmo... Você acredita que poderia ter lidado melhor com as frustrações?
Como hoje seu filho reage diante das frustrações?
O que você faz quando seu filho se frustra?
O que você pensa a respeito de se cuidar? Você ensina isto a seu filho?
3. Os pais não querem enxergar
Queridos pais! Ser mãe e ser pai não é profissão e nem algo que já se nasce sabendo. A criança não vem com manual e todos nós erramos (uns mais, outros menos).
Observe mais seu filho... Como ele se relaciona, como anda os estudos, como é sua alimentação...?
4. Os pais acham normal
Estes dias escutei uma mãe falar: ele é tímido, mesmo. Não iria questionar o professor! Tá. E isto é bom? Ele é tímido e pronto? O que isto pode prejudicar na vida pessoal e profissional desta criança?
Então me diga: Como você se sente em ver que seu filho não consegue se posicionar e ter respostas assertivas em sala?
Outro pensamento tradicional: Criança é assim mesmo, só come porcaria... quando crescer aprende!
O que você sente quando pensa na possibilidade dele não aprender?
Qual o seu grau de satisfação em ver seu filho se alimentar inadequadamente?
O quanto você está comprometido com saúde se seu filho?
5.Custo do profissional
Bom, existem vários profissionais, inclusive em instituições de ensino superior que podem auxiliar até de graça! A profissão de KidCoach ainda é muito nova, mas acredito que em breve os pais terão mais acesso a este profissional.
Mas agora eu pergunto: Quanto vale ver seu filho se posicionar diante de um conflito?
Quanto vale ver seu filho sair da timidez e participar mais em sala de aula?
Quanto vale seu filho aprender a gostar de matemática?
Quanto vale ver as notas de se filho melhorarem significativamente?
Quanto vale ver seu filho aprendendo a se cuidar, a se alimentar melhor?
Quanto vale ver seu filho mais feliz?
Bom, desculpem o tom de desabafo desta postagem, mas me aflige muito ser testemunha de casos como citei acima e não poder fazer nada, ou quase nada, se os pais não tomam atitude!
Espero que este post faça muitas pessoas refletirem, decidirem e agirem enquanto ainda há tempo de transformar situações de sofrimento e tristeza em satisfação e alegria!
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domingo, 4 de setembro de 2016
Não podemos protejer nossos filhos de tudo
Olá pais, mães, professores...
Nós pais temos a mania de querer poupar nossos filhos de todo e qualquer sofrimento, não é mesmo?
Pois é. Mas não tem como! Mais cedo ou mais tarde eles terão que passar por situações inevitáveis e sim, irão sofrer!
O que nos resta é prepará-los para tal sentimento. E como fazer isto? Com atitude coach!
Hoje gostaria de compartilhar algo que aconteceu comigo ontem.
Minha filha de 8 anos combinou de assistir ao filme PETS com uma amiga. Como ela, em seu entendimento, havia se comprometido com a coleguinha, recusou convite do pai para ir assistir o referido filme. Em outra oportunidade, a coleguinha se encontrava doente. Então decidimos esperar que ela melhorasse, até que ontem, entrei em contato com a mãe da amiguinha para combinarmos o cinema, mas ela já havia combinado com outra mãe e outra amiguinha de irem assistir ao filme.
Infelizmente minha filha leu a mensagem no whatts!!
Não há, no mundo todo, sensação pior que uma mãe ver a expressão de tristeza de um filho.
O que ela sentiu? Provavelmente tristeza, abandono, traição, frustração...
Ok. Então vamos lá.
Em primeiro lugar, falar sobre os sentimentos é fundamental.
Naquele momento estávamos em uma loja. Logo ela se distraiu e seguimos com nossa manhã...
No momento oportuno, fui conversar com ela sobre o ocorrido e fiz as seguintes perguntas poderosas:
- Filha, como você se sentiu com aquilo aconteceu ontem?
- Que coisas podem ter acontecido que fizeram nossos planos darem errado?
- O que eu e você poderíamos fazer para que esta situação não aconteça novamente?
- Que coisas podemos aprender com isto que aconteceu?
- Me diga duas coisas boas que aconteceram ontem com você? Como você se sentiu?
Com estas perguntas, pude levar a minha filha a refletir sobre o ocorrido, decidir o que quer que aconteça daqui prá frente nesta situação e quais atitudes deve ter (agir).
Em seguida fiz a seguinte dinâmica:
Agora feche os olhos e lembre do momento em que você soube que a amiga iria no cinema com outra coleguinha. Como você se sente?
Agora pense em uma coisa que te deixa com muito medo. Imagine que isto está acontecendo... Como você se sente?
Agora pense numa situação que e dá conforto, segurança... Imagine que está acontecendo agora. Como você se sente?
Agora pense em uma outra coisa que você fez com esta amiguinha que te deixou muito feliz. Imagine que você está com ela agora. Como você se sente?
Depois eu expliquei que nós podemos mandar no nosso cérebro! Que é ruim sentir tristeza, mas podemos mandar nosso cérebro ter pensamentos felizes, lembrando de todas as coisas boas que nos aconteceram e todas que podem vir a acontecer. Que, apesar de não ter ido ao cinema com a amiga, tivemos a oportunidade de conhecer a Casa Ludica, ouvir histórias na hora do conto, brincar nas atividades dos escoteiros... Enfim, nosso dia foi ótimo, mesmo sendo diferente do planejado.
Para encerrar, um abraço bem gostoso e disse: Pode contar comigo pra tudo, filha! Estarei sempre te apoiando e te dando colinho quando precisar.
E tudo vai acontecer como planejamos para hoje?
E se acontecer tudo diferente? E se der algo errado?
Nosso dia hoje será ótimo, mesmo não acontecendo como planejamos.
Espero que esta história tenha ajudado vocês a entenderem que a tristeza de nossos filhos é inevitável, mas eles podem lidar melhor com ela com sua ajuda! Existem várias conversas e atitudes coaches que podem ajudar os pais no dia a dia com seus filhos.
Mais dicas vocês encontram na minha página do face: coachingpaisefilhos
Se tiverem alguma pergunta ou comentário, fiquem à vontade!
terça-feira, 23 de agosto de 2016
Descubra porque seu filho foi mal na prova através da abordagem coach
Você chega em casa com seu filho e vê que, na mochila, tem uma avaliação e a nota não foi a esperada. Seu filho não fala que a professora enviou a avaliação corrigida, ou porque simplesmente esqueceu, ou porque está com medo e/ou vergonha.
Calma, respire...
Espere um momento adequado para iniciar a conversa coach, ou seja, evite fazê-la durante as refeições e durante um momento de lazer (quando a criança está envolvia em uma atividade prazerosa).
Inicie conversando sobre o dia na escola procurando fazê-lo contar sobre a avaliação. Isso pode ser feito através de boas perguntas, como:
Teve algo na escola hoje que te deixou triste?
Alguma coisa aconteceu hoje na escola que você não gostou?
Normalmente a resposta desejada vem... Então pergunte:
Como você se sentiu ao ver sua nota?
A nota que você tirou era a nota que você esperava?
Diante das respostas, proponha uma reflexão da seguinte maneira:
Filho, eu sei que você ficou triste ou decepcionado ou desmotivado (use o(s) sentimento(s) que ele relatou nas perguntas anteriores). Agora, o quê você (ou nós, se você estuda com seu filho) podemos fazer para que isto não ocorra nas próximas avaliações?
Caso a criança não tenha se preparado adequadamente para a avaliação (não estudou muito), A resposta mais provável para a questão acima será "estudar mais". Então fale que você ficou muito feliz em saber que a solução é tão fácil, porque juntos vocês poderão estudar mais e ter um resultado melhor nas próximas avaliações. Entretanto, sugiro a releitura da prova para verificar se realmente a questão foi SÓ falta ou pouco estudo.
Bom, se a criança estudou o suficiente para a avaliação, a resposta "estudar mais" não seria pertinente e, caso ele responda isso, questione:
Você acredita que, se tivesse estudado mais, conseguiria responder as questões da prova que você errou?
Em seguida, proponha uma releitura, pois a criança pode não ter noção que estudar mais não teria feito diferença.
Releia com ela as questões com respostas corretas também, demonstrando sua alegria e satisfação pela resposta. Desta forma, dará um reforço positivo à importância de estudar e se preparar bem para uma avaliação. Utilize expressões como : MUITO BEM! ISSO MESMO! NOSSA, PARABÉNS! SABIA QUE VOCÊ IRIA ACERTAR ESTA QUESTÃO!
Peça para a criança ler cada questão e verifique qual a interpretação dela para a mesma. Antes, disso, se você estivesse fazendo esta prova, seria capaz de responder a questão de forma correta? Ou seja, você, adulto que estudou com seu filho, teria conhecimento para responder? Pergunto isso porque, se o conteúdo foi estudado, o problema na questão específica pode ter sido de interpretação. Agora, se caso você não seja capaz de, com o estudo do conteúdo proposto, responder a questão: ou a questão está confusa, ou não está condizente com o conteúdo, ou a abordagem em sala não foi aprendida (ou seja, se for uma questão trabalhada em sala, a criança, por algum motivo, não absorveu).
Depois de fazer esta reflexão, questione:
O que você entendeu nesta questão?
O quê você quis dizer com esta resposta?
Você acha que a resposta que você deu está totalmente errada?
Na sua resposta, o quê você acha que está correto?
Qual foi a maior dificuldade que você teve para responder esta questão?
Através destas perguntas será possível você entender qual foi a compreensão da criança e concluir se a criança não entendeu e/ou interpretou de forma equivocada a questão ou se o problema foi na adequação da questão, ou seja, será que a questão é pertinente ao conteúdo? Será que não existem palavras ou expressões que confundem ou impediram a clareza da questão? A questão está adequada ao entendimento e uma criança da faixa etária proposta? A linguagem utilizada na questão foi adequada?
Caso a criança tenha compreendido a questão e tenha estudado o suficiente para respondê-la, mas não o fez corretamente, faça as seguintes perguntas:
Qual seria a melhor resposta para esta pergunta?
O que pode ter acontecido na hora de responder a questão que fez com que você errasse a resposta?
O que você poderia ter feito para lembrar da resposta correta?
Diante desta situação, proponha uma estratégia que possa ser usada nas próximas avaliações e que podem ajudar a relembrar o conteúdo e responder as questões, como por exemplo, deixar para responder ao final ou ler o restante da prova (as perguntas podem conter informações valiosas).
Caso você perceba que a criança não entendeu a questão (mas você sim), verifique se não é o caso de exercitar mais esta questão de interpretação com ela. Faça, então as seguintes perguntas:
O que você acha que podemos fazer para que, nas próximas avaliações, você consiga entender melhor as questões?
O que você acha que pode ser feito durante a avaliação para te ajudar a entender as questões?
Talvez a criança não consiga ter entendimento para responder a primeira questão, então refaça a pergunta:
Qual foi a maior dificuldade que você teve para responder a questão?
A resposta mais provável será "não entendi". Então faça-a refletir com a seguinte questão:
O que precisamos praticar mais para que você entenda melhor estas questões?
Algumas crianças ficam nervosas e podem começar a responder "não sei, não sei"... É normal, mas tenha paciência. Interrompa a conversa, ofereça água, fale que você entende que é difícil esta situação, mas que você só quer ajudar. Relembre do sentimento que a criança relatou no início da conversa. Pergunte:
Lembra que você me disse que ficou triste/decepcionado/desmotivado com sua nota?
Nós podemos trabalhar juntos para que você não sinta mais isso ao receber uma nota?
Então retome a conversa.
IMPORTANTE:
1.Durante os questionamentos, mantenha o tom de voz moderado, tenha calma, pois seu filho vai lhe dar as respostas se você tiver paciência. Explique que você está ali para apoiá-lo e ajudá-lo.
2. Cuide para que a sessão de perguntas não se torne uma investigação policial!!! Faça as perguntas sutilmente, conversando...
Algumas conclusões podem ser tiradas da reflexão acima:
1o. A criança não se preparou o suficiente
2o. A criança não entendeu a(s) questão(ões) : Dificuldade de interpretação
3o. Falta de atenção e concentração.
4o. A criança não entendeu a(s) questão(ões): questões confusas e mal elaboradas
5o. O conteúdo estudado em sala não foi entendido/absorvido
6o. Algumas questões não estão adequadas ao conteúdo estudado (sem foco)
Em relação ao primeiro, segundo e terceiro itens, serão necessárias ações em casa, na rotina de estudo para resolver.
Em relação aos demais itens, reflita sobre a necessidade de questionar a escola, seja professora, coordenação ou direção a respeito. Para isso eu lhe pergunto:
O que você sentiu ao ver que, mesmo estudando muito com seu filho, a nota na avaliação foi abaixo do esperado?
Que atitudes você pode ter para minimizar a chance de isto acontecer novamente?
Como você entende sua participação nos resultados de seu filho na escola?
Como você entende o papel do seu filho nos momentos de estudo?
Lembre-se nem todo o problema é da escola! Reveja, reavalie seus métodos e o foco que está dando nos momentos de estudo com seu filho.
Por outro lado, não seja passivo(a) em relação à qualidade de ensino que a escola está oferecendo ao seu filho! Se está inadequado, reclame mesmo!!!
Espero ter ajudado! Se ficou alguma dúvida ou se você tem algum assunto que deseja ver por aqui no meu blog, curta minha página no facebook e me envie uma mensagem por lá, ok ?
Ah, esta análise é pedagógica! Não estou levando em consideração fatores emocionais!!
Calma, respire...
Espere um momento adequado para iniciar a conversa coach, ou seja, evite fazê-la durante as refeições e durante um momento de lazer (quando a criança está envolvia em uma atividade prazerosa).
Inicie conversando sobre o dia na escola procurando fazê-lo contar sobre a avaliação. Isso pode ser feito através de boas perguntas, como:
Teve algo na escola hoje que te deixou triste?
Alguma coisa aconteceu hoje na escola que você não gostou?
Normalmente a resposta desejada vem... Então pergunte:
Como você se sentiu ao ver sua nota?
A nota que você tirou era a nota que você esperava?
Diante das respostas, proponha uma reflexão da seguinte maneira:
Filho, eu sei que você ficou triste ou decepcionado ou desmotivado (use o(s) sentimento(s) que ele relatou nas perguntas anteriores). Agora, o quê você (ou nós, se você estuda com seu filho) podemos fazer para que isto não ocorra nas próximas avaliações?
Caso a criança não tenha se preparado adequadamente para a avaliação (não estudou muito), A resposta mais provável para a questão acima será "estudar mais". Então fale que você ficou muito feliz em saber que a solução é tão fácil, porque juntos vocês poderão estudar mais e ter um resultado melhor nas próximas avaliações. Entretanto, sugiro a releitura da prova para verificar se realmente a questão foi SÓ falta ou pouco estudo.
Bom, se a criança estudou o suficiente para a avaliação, a resposta "estudar mais" não seria pertinente e, caso ele responda isso, questione:
Você acredita que, se tivesse estudado mais, conseguiria responder as questões da prova que você errou?
Em seguida, proponha uma releitura, pois a criança pode não ter noção que estudar mais não teria feito diferença.
Releia com ela as questões com respostas corretas também, demonstrando sua alegria e satisfação pela resposta. Desta forma, dará um reforço positivo à importância de estudar e se preparar bem para uma avaliação. Utilize expressões como : MUITO BEM! ISSO MESMO! NOSSA, PARABÉNS! SABIA QUE VOCÊ IRIA ACERTAR ESTA QUESTÃO!
Peça para a criança ler cada questão e verifique qual a interpretação dela para a mesma. Antes, disso, se você estivesse fazendo esta prova, seria capaz de responder a questão de forma correta? Ou seja, você, adulto que estudou com seu filho, teria conhecimento para responder? Pergunto isso porque, se o conteúdo foi estudado, o problema na questão específica pode ter sido de interpretação. Agora, se caso você não seja capaz de, com o estudo do conteúdo proposto, responder a questão: ou a questão está confusa, ou não está condizente com o conteúdo, ou a abordagem em sala não foi aprendida (ou seja, se for uma questão trabalhada em sala, a criança, por algum motivo, não absorveu).
Depois de fazer esta reflexão, questione:
O que você entendeu nesta questão?
O quê você quis dizer com esta resposta?
Você acha que a resposta que você deu está totalmente errada?
Na sua resposta, o quê você acha que está correto?
Qual foi a maior dificuldade que você teve para responder esta questão?
Através destas perguntas será possível você entender qual foi a compreensão da criança e concluir se a criança não entendeu e/ou interpretou de forma equivocada a questão ou se o problema foi na adequação da questão, ou seja, será que a questão é pertinente ao conteúdo? Será que não existem palavras ou expressões que confundem ou impediram a clareza da questão? A questão está adequada ao entendimento e uma criança da faixa etária proposta? A linguagem utilizada na questão foi adequada?
Caso a criança tenha compreendido a questão e tenha estudado o suficiente para respondê-la, mas não o fez corretamente, faça as seguintes perguntas:
Qual seria a melhor resposta para esta pergunta?
O que pode ter acontecido na hora de responder a questão que fez com que você errasse a resposta?
O que você poderia ter feito para lembrar da resposta correta?
Diante desta situação, proponha uma estratégia que possa ser usada nas próximas avaliações e que podem ajudar a relembrar o conteúdo e responder as questões, como por exemplo, deixar para responder ao final ou ler o restante da prova (as perguntas podem conter informações valiosas).
Caso você perceba que a criança não entendeu a questão (mas você sim), verifique se não é o caso de exercitar mais esta questão de interpretação com ela. Faça, então as seguintes perguntas:
O que você acha que podemos fazer para que, nas próximas avaliações, você consiga entender melhor as questões?
O que você acha que pode ser feito durante a avaliação para te ajudar a entender as questões?
Talvez a criança não consiga ter entendimento para responder a primeira questão, então refaça a pergunta:
Qual foi a maior dificuldade que você teve para responder a questão?
A resposta mais provável será "não entendi". Então faça-a refletir com a seguinte questão:
O que precisamos praticar mais para que você entenda melhor estas questões?
Algumas crianças ficam nervosas e podem começar a responder "não sei, não sei"... É normal, mas tenha paciência. Interrompa a conversa, ofereça água, fale que você entende que é difícil esta situação, mas que você só quer ajudar. Relembre do sentimento que a criança relatou no início da conversa. Pergunte:
Lembra que você me disse que ficou triste/decepcionado/desmotivado com sua nota?
Nós podemos trabalhar juntos para que você não sinta mais isso ao receber uma nota?
Então retome a conversa.
IMPORTANTE:
1.Durante os questionamentos, mantenha o tom de voz moderado, tenha calma, pois seu filho vai lhe dar as respostas se você tiver paciência. Explique que você está ali para apoiá-lo e ajudá-lo.
2. Cuide para que a sessão de perguntas não se torne uma investigação policial!!! Faça as perguntas sutilmente, conversando...
Algumas conclusões podem ser tiradas da reflexão acima:
1o. A criança não se preparou o suficiente
2o. A criança não entendeu a(s) questão(ões) : Dificuldade de interpretação
3o. Falta de atenção e concentração.
4o. A criança não entendeu a(s) questão(ões): questões confusas e mal elaboradas
5o. O conteúdo estudado em sala não foi entendido/absorvido
6o. Algumas questões não estão adequadas ao conteúdo estudado (sem foco)
Em relação ao primeiro, segundo e terceiro itens, serão necessárias ações em casa, na rotina de estudo para resolver.
Em relação aos demais itens, reflita sobre a necessidade de questionar a escola, seja professora, coordenação ou direção a respeito. Para isso eu lhe pergunto:
O que você sentiu ao ver que, mesmo estudando muito com seu filho, a nota na avaliação foi abaixo do esperado?
Que atitudes você pode ter para minimizar a chance de isto acontecer novamente?
Como você entende sua participação nos resultados de seu filho na escola?
Como você entende o papel do seu filho nos momentos de estudo?
Lembre-se nem todo o problema é da escola! Reveja, reavalie seus métodos e o foco que está dando nos momentos de estudo com seu filho.
Por outro lado, não seja passivo(a) em relação à qualidade de ensino que a escola está oferecendo ao seu filho! Se está inadequado, reclame mesmo!!!
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quarta-feira, 10 de agosto de 2016
Utilidade do KidCoaching
O KidCoaching é uma ferramenta importante para o desenvolvimento
dos das crianças, porque as ajuda:
· A ter uma nova percepção e entendimento das suas dificuldades e
dos seus valores;
·
Na descoberta do que gostam e do que lhes traz felicidade;
·
Nos primeiros passos do que irão oportunamente construir em suas
vidas;
·
Na ampliação da sua autoestima e confiança;
·
No desenvolvimento de uma atitude positiva e otimista perante a
vida;
·
Na autorresponsabilidade sobre suas escolhas e decisões;
·
Na construção de uma atitude crítica sobre o que aprendem na
família, na escola, com os colegas, amigos e em sociedade;
·
No desenvolvimento da Inteligência Emocional.
COMO SABER SE A
CRIANÇA PRECISA DE COACHING?
·
Quando algum comportamento gera desconforto na criança ou em seus pais;
·
Quando as reações comportamentais alteram a rotina familiar;
·
Quando situações que deveriam ser normais causam sofrimento na criança;
·
Quando suas relações com as pessoas se tornam difíceis (irmãos, padrastos,
babás...);
·
Quando a criança precisa focar em um resultado específico;
·
Quando a criança não consegue ultrapassar um problema específico;
·
Quando a criança precisa lidar e posicionar-se frente às mudanças;
·
Quando a Criança não consegue lidar com algumas questões de convívio
consigo mesma: ansiedade, medo, falta de autoconfiança, timidez, excesso de
autoconfiança, ciúmes, etc;
·
Quando a Criança não consegue lidar com algumas questões de relacionamento
social: bullying, posicionamento, resolução de problemas, vitimização,
convivência...
Fonte: Rio Coaching
quinta-feira, 14 de julho de 2016
Como decidi ser coach de crianças
Desde que eu tinha 7-8 anos tinha certeza que seria professora. Mais tarde, com 14 ou 15, a ideia de abrir uma Escola de Educação Infantil era algo sólido na minha mente. Eu queria mudar o mundo através da educação...
Como nada cai do céu (ou quase), depois que cursei o magistério me desviei para o curso de Administração de Empresas, uma vez que meu pai era comerciante e este futuro me parecia mais palpável.
Mesmo assim, paralelamente fiz m curso pós médio de especialização em Educação Infantil e comecei a trabalhar com uma turma de alfabetização.
Entretanto a pressão para trabalhar com meu pai foi grande e lá fui eu...
Me casei assim que concluí a faculdade e, depois de um ano, optamos em seguir nossos sonhos. Eu consegui uma colocação na escola de uma amiga e comecei a estudar Pedagogia.
Minha mãe (como quase todas) teve papel fundamental na minha vida profissional. Depois de muita insistência, ela fez com que meu pai me ajudasse a realizar o sonho da Escola Infantil.
Jamais pensei em ficar rica com esta atividade.Minha realização estava em ver as crianças se desenvolvendo, ver pais sendo orientados. Mas eu não queria só isso. Eu queria fazer a diferença na vida de cada criança. Me preocupava muito com questões como alimentação, formação religiosa (não uma religião específica), enfim, não me focava apenas em cuidados básicos e nem em pedagogia da alfabetização. Eu acreditava (e ainda acredito) QUE POSSO MUDAR O MUNDO...
14 anos depois, uma filha e um divórcio, acabei vendendo meu sonho por desventuras do destino. Passei quase 4 anos perdida, procurando estabelecer outros objetivos... até que encontrei a coach Marcia Belmiro que me abriu as portas do coaching infantil. Percebi que meu objetivo inicial, lá da adolescência ainda não tinha sido atingido. Eu não precisava de outro objetivo, mas sim de retomar aquele antigo: Mudar o mundo, com uma criança de cada vez!
Como nada cai do céu (ou quase), depois que cursei o magistério me desviei para o curso de Administração de Empresas, uma vez que meu pai era comerciante e este futuro me parecia mais palpável.
Mesmo assim, paralelamente fiz m curso pós médio de especialização em Educação Infantil e comecei a trabalhar com uma turma de alfabetização.
Entretanto a pressão para trabalhar com meu pai foi grande e lá fui eu...
Me casei assim que concluí a faculdade e, depois de um ano, optamos em seguir nossos sonhos. Eu consegui uma colocação na escola de uma amiga e comecei a estudar Pedagogia.
Minha mãe (como quase todas) teve papel fundamental na minha vida profissional. Depois de muita insistência, ela fez com que meu pai me ajudasse a realizar o sonho da Escola Infantil.
Jamais pensei em ficar rica com esta atividade.Minha realização estava em ver as crianças se desenvolvendo, ver pais sendo orientados. Mas eu não queria só isso. Eu queria fazer a diferença na vida de cada criança. Me preocupava muito com questões como alimentação, formação religiosa (não uma religião específica), enfim, não me focava apenas em cuidados básicos e nem em pedagogia da alfabetização. Eu acreditava (e ainda acredito) QUE POSSO MUDAR O MUNDO...
14 anos depois, uma filha e um divórcio, acabei vendendo meu sonho por desventuras do destino. Passei quase 4 anos perdida, procurando estabelecer outros objetivos... até que encontrei a coach Marcia Belmiro que me abriu as portas do coaching infantil. Percebi que meu objetivo inicial, lá da adolescência ainda não tinha sido atingido. Eu não precisava de outro objetivo, mas sim de retomar aquele antigo: Mudar o mundo, com uma criança de cada vez!
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